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PF deflagra 31ª Fase da Operação Lava Jato - Operação Abismo

04/07/2016

Curitiba/PR – A Polícia Federa deflagrou nesta manhã (4/7) a 31ª Fase da Operação Lava Jato, intitulada Operação Abismo. A operação, que conta com o apoio da Receita Federal, tem a finalidade de apurar fraude em processo licitatório e pagamentos de propinas a servidores da PETROBRAS.

Cerca de 110 policiais federais e 20 servidores da Receita Federal dão cumprimento a 35 ordens judiciais: 7 conduções coercitivas, 4 mandados de prisão temporária, 1 mandado de prisão preventiva e 23 mandados de busca e apreensão, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

A investigação central desta fase da Lava Jato objetiva apurar fraude a processo licitatório e pagamentos de valores indevidos a servidores da PETROBRAS. Também é investigado repasse de recursos a partido político, em virtude do sucesso obtido por empresas privadas em contratações específicas. Esse é caso, por exemplo, do projeto de reforma do Centro de Pesquisas da PETROBRAS – CENPES, estabelecido na Ilha do Fundão na cidade do Rio de Janeiro.

São apuradas as práticas de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude a licitação, num contexto amplo de sistemático prejuízo financeiro imposto à PETROBRAS.

Os presos serão trazidos à sede da Polícia Federal em Curitiba/PR, hoje. Um deles não será encaminhado, pois já se encontra custodiado na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo/SP, em razão dos crimes a ele atribuídos na recente Operação Custo Brasil.


Será concedida entrevista coletiva, hoje, às 10h, no auditório da PF na Superintendência de Curitiba/PR.

Link da coletiva: http://youtu.be/Uz2GvRBdlP4

Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR
Telefone: (41) 3251-7809

 


* O nome ABISMO é uma referência utilizada para a identificação desta nova fase da operação policial e remete, dentre outros aspectos, às tecnologias de exploração de gás e petróleo em águas profundas desenvolvidas no CENPES. Também é uma referência à localização das instalações (Ilha do Fundão) e à demonstração de que esquemas como esses identificados levaram a empresa a um abismo de corrupção e malversação do dinheiro público.

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