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PF combate corrupção, obstrução de justiça e violação de sigilo funcional

Operação PF

PF deflagra operação Escobar, em Minas Gerais, para investigar grupo de advogados que teriam oferecido serviços, com base em acesso a processos, para clientes
publicado: 05/06/2019 10h42 última modificação: 05/06/2019 10h42
Arquivo PF

Arquivo PF

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou hoje (5/6) a Operação “Escobar”, para combater corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa, obstrução de justiça e violação de sigilo funcional, em Minas Gerais.

Foram cumpridos sete mandados judiciais de busca e apreensão em escritórios de advogados envolvidos, três mandados judiciais de prisão preventiva e um mandado judicial de prisão temporária. Também foram cumpridos mandados de intimação, para que possíveis envolvidos prestem esclarecimentos.

A investigação teve início após a apreensão, na casa de investigados, de documentos sigilosos e internos da Polícia Federal, quando do cumprimento de mandados da Operação “Capitu”, em novembro de 2018. Feitos os levantamentos e inúmeras diligências, foi possível constatar que advogados teriam cooptado servidores desta instituição, no intuito de obter, de forma ilegal, acesso a informações sigilosas ligadas a investigações em andamento nesta Superintendência.

Os advogados com acesso privilegiado às informações usavam tal artifício para oferecer a seus clientes facilidades ilegais. Tal atitude não só prejudica investigações como coloca em risco a segurança dos policiais envolvidos nos trabalhos.

A repressão contra atos de servidores do órgão policial é extremamente sensível e, embora cause desconforto aos investigadores e a toda a instituição, é essencial para a manutenção da lisura e do compromisso que a Polícia Federal tem de servir à sociedade brasileira.

 

 

 

 

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