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Polícia Federal é acionada durante jogo no Maracanã

Policiais do Centro de Cooperação Internacional da PF foram chamados para confirmar identidade de torcedor preso por invadir gramado durante partida da Copa América
por publicado: 25/06/2019 11h12 última modificação: 25/06/2019 11h13

Rio de Janeiro/RJ - A Polícia Federal foi acionada, na noite de ontem (24), durante o jogo Uruguai e Chile pela Copa América, no Maracanã, para confirmar a identidade de um torcedor que foi preso por invadir o gramado.
Foi confirmado que o cidadão que invadiu o campo é espanhol, com documento de residência da Argentina, sem antecedentes criminais nem impedimento de entrada no Brasil.

A equipe do Centro de Cooperação Internacional – CCPI/PF foi capaz de levantar essas informações em minutos por intermédio do represente da Argentina.

Antes da partida, a equipe do CCPI, acompanhada de um representante da Conmebol, percorreu todo o estádio para conhecer as instalações e fazer contato com as outras forças de segurança e com o Juizado Especial do Torcedor e Grandes Eventos. Faziam parte da equipe, policiais federais brasileiros e representantes de forças de segurança do Chile, Uruguai e Japão.

O CCPI está em funcionamento há mais de um ano, na Superintendência da PF no Rio de Janeiro, onde os trabalhos de intercâmbio de informações entre policiais de países participantes vêm resultando em importantes investigações coordenadas de combate ao tráfico ilícito de entorpecentes e contrabando de armas no continente sul-americano.
“O CCPI foi concebido em maio de 2018 com o objetivo de combater as facções criminosas violentas no Rio de Janeiro, em especial àquelas voltadas ao tráfico de drogas e ao tráfico de armas”, explicou o Superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saad.

Durante a Copa América, o CCPI conta com uma equipe especialmente formada para, entre outras funções, checar a relação de passageiros e as relações de hóspedes de hotéis para tentar identificar qualquer pessoa que faça parte de torcidas organizadas violentas que possam trazem algum tipo de problema para o evento.

No CCPI trabalham agentes de segurança do Brasil, da Argentina, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia e Equador e Japão. O Catar também esteve representado no CCPI enquanto durou sua participação no campeonato.

 

Comunicação Social da PF

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