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Operação Tricerátops cumpre mandados de prisão contra grupo criminoso que agia no Nordeste

Operação PF

PF investiga arrombamentos e furtos de mais de 40 estabelecimentos comerciais em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte
publicado: 16/04/2020 10h30 última modificação: 16/04/2020 10h30

Natal/RN – A Força-Tarefa de Combate às Facções Criminosas no Rio Grande do Norte, coordenada pela Polícia Federal e composta por policiais federais, policiais militares e policiais civis da SESED/RN e, ainda, agentes penitenciários federais, atuando com apoio da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI/MJSP),  deflagrou hoje (16/4) a Operação Tricerátops, para dar cumprimento a cinco mandados de prisão preventiva expedidos pela 11ª Vara Federal de Assu/RN.

Os mandados foram expedidos contra pessoas responsáveis pela prática de arrombamentos e furtos em mais de 40 estabelecimentos comerciais nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Dentre os estabelecimentos arrombados e furtados, com grande demonstração de violência, estavam agências dos Correios das cidades de Paraú e Triunfo Potiguar/RN, nas datas de 27/02/2018 e 07/03/2019, respectivamente.

Todos os indivíduos presos possuem um extenso histórico criminal ligado à prática de crimes contra o patrimônio, incidências que causam grande abalo social, especialmente em pequenos municípios do interior dos estados.

Apesar das restrições impostas neste período de calamidade pública, a Força-Tarefa coordenada pela Polícia Federal prossegue com o monitoramento da criminalidade visando reprimir as ações das facções criminosas no Rio Grande do Norte, atividade essencial que não pode ser interrompida.

 

                                Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte

                                                                                        cs.srrn@dpf.gov.br | @pfnorn | www.pf.gov.br

                                                                                                            (84) 3204.5588

 

(*) O nome da operação remete ao dinossauro que viveu no período Cretáceo e que possuía uma forma robusta, com membros fortes, uma alusão à força-bruta empregada pelo bando nos arrombamentos praticados.